Envelhecer com qualidade

Envelhecer com qualidade: desafios, soluções e o papel de quem cuida 

Viver mais, mas também viver melhor 

Envelhecer com qualidade é hoje uma das grandes prioridades da nossa sociedade. Vivemos mais anos do que nunca, mas garantir que esses anos sejam vividos com saúde, dignidade e bem-estar continua a ser um desafio. 

A esperança média de vida em Portugal é hoje uma das mais elevadas da Europa Ocidental: cerca de 84 anos para mulheres e 78 para homens. Mas esta longevidade, que deveria ser sinónimo de bem-estar, traz consigo novos desafios. 

Como viver esses anos com dignidade, autonomia e segurança? 
Como garantir apoio quando o corpo falha, mas a vontade de viver permanece? 

É aí que começa a verdadeira reflexão sobre o envelhecer com qualidade. 

A nova realidade sociodemográfica: mais anos, menos apoio 

Portugal está entre os países mais envelhecidos da Europa. Segundo o INE: 

  • Quase 23% da população portuguesa tem mais de 65 anos
  • Em 2050, estima-se que um terço da população seja sénior; 
  • A taxa de dependência dos mais velhos ultrapassa os 34% — com tendência de crescimento. 

Esta transformação demográfica cria pressão sobre: 

  • As famílias (há menos filhos, mas maior longevidade); 
  • O SNS (aumento de doenças crónicas e de necessidade de cuidados diários);
  • A economia (períodos de reforma mais longos e menos contribuidores para a segurança social). 
Envelhecer com qualidade

O que é, afinal, envelhecer com qualidade? 

Envelhecer com qualidade não significa apenas ter saúde. Envolve um conjunto de dimensões: 

  • Autonomia funcional: é a capacidade do indivíduo de se autocuidar e realizar atividades da vida diária de forma autónoma e independente. 
  • Bem-estar emocional: sentir-se útil, integrado e respeitado;
  • Condições financeiras mínimas: para garantir alojamento digno, alimentação equilibrada, acesso a cuidados de saúde;
  • Rede de apoio: familiares, cuidadores, vizinhos ou profissionais. 

Envelhecer com qualidade é continuar a viver — e não apenas a sobreviver. 

A geração esquecida: quem cuida… de quem cuida? 

Portugal tem mais de 800 mil cuidadores informais, a maioria mulheres entre os 45 e os 65 anos. São filhas, noras, cônjuges — pessoas que prestam apoio diário a pessoas em situação de dependência. 

Mas estes cuidadores: 

  • Raramente recebem formação;
  • Trabalham sem rede, apoio ou remuneração;
  • Sofrem de fadiga física, emocional e mental;
  • Têm dificuldades em conciliar a sua própria vida com os cuidados prestados. 

Cuidar de alguém é um gesto de amor. Mas também é um caminho exigente, que muitas vezes cobra um preço invisível. 

Cuidar de alguém, sem se esquecer de si próprio 

Se é cuidador(a), lembre-se: 

  • Não está sozinho(a).
  • Tem direito a pedir ajuda.
  • Precisa de descansar.
  • E tem o dever de pensar em si. 

Estudos revelam que o burnout em cuidadores informais é três vezes superior à média da população. A sua saúde mental, os laços familiares e até o seu emprego podem ser afetados. 

É por isso que uma rede de apoio — emocional, prática e até financeira — faz toda a diferença. E começa com uma pergunta: “E se eu deixar de conseguir cuidar?” 

Planear o envelhecimento é um ato de amor 

Muitas vezes, falar sobre envelhecimento parece tabu. Mas ignorar a velhice não a impede de chegar. Pelo contrário: planear com tempo é um ato de responsabilidade — e de amor pelos que nos rodeiam. 

Pensar hoje em como se quer envelhecer é: 

  • Escolher onde viver;
  • Definir quem pode cuidar; 
  • Garantir apoio financeiro à família; 
  • Reduzir incertezas em momentos frágeis. 

E se o apoio do Estado não chegar? 

Apesar de existirem políticas públicas de apoio ao envelhecimento, como o Estatuto do Cuidador Informal ou as prestações sociais, estas nem sempre chegam a tempo ou são suficientes. 

Por isso, cada vez mais pessoas procuram complementar o apoio do Estado com proteções a título particular, simples e acessíveis, que sirvam como uma “almofada financeira” em caso de acidente, dependência ou morte. 

É aqui que entra o PRÉVOIR Gerações — uma solução pensada para dar segurança ao longo de toda a vida, sem burocracias. 

PRÉVOIR Gerações: uma resposta pensada para quem quer envelhecer com mais independência 

O PRÉVOIR Gerações é um seguro de proteção pessoal que pode ser contratado até aos 70 anos — sem exames ou questionário médico

Foi desenhado para: 

  • Acompanhar o envelhecimento sem interrupções;
  • Evitar surpresas financeiras em momentos críticos;
  • Proteger a família de encargos inesperados;
  • Manter a estabilidade emocional e logística de quem cuida. 

O que oferece? 

  • Capital por morte (doença ou acidente);
  • Capital por invalidez absoluta e definitiva por acidente;
  • Reembolso de prémios ou capitais reforçados conforme a situação;
  • Prémio constante ao longo de todo o contrato;
  • Proteção vitalícia, sem reavaliações. 

Um seguro que acompanha cada etapa da vida, garantindo estabilidade e proteção quando mais precisa. Porque envelhecer com tranquilidade é saber que existe uma solução pensada para si e para a sua família. 

Um exemplo realista 

Imagine a Rosa, de 66 anos, reformada, que vive sozinha. O filho, Pedro, é o seu cuidador informal. 

Com um prémio acessível, a Rosa contratou um seguro PRÉVOIR Gerações com capital base de 10.000€. Em caso de acidente: 

  • Os beneficiários receberiam 30.000€ em caso de morte;
  • Ou 20.000€ em caso de invalidez absoluta e definitiva;
  • Após os 85 anos, a Rosa deixaria de pagar prémios, havendo um ajuste das garantias. Em caso de morte por doença ou acidente, o capital garantido é de 10.000€. Para o Pedro, saber que a mãe está protegida é um alívio emocional e financeiro. Para a Rosa, é uma forma de manter a sua autonomia. 

Conclusão: proteger é cuidar. Sempre. 

Envelhecer com qualidade é um projeto de vida. E como todos os projetos, exige planeamento, escolhas conscientes e coragem para olhar o futuro de frente.

Se é cuidador(a), cuide de si. Se tem um familiar sénior, incentive-o a proteger-se. Se já tem mais de 50 anos, pense no que quer para os próximos 20 ou 30.

O PRÉVOIR Gerações é uma das formas de garantir que, qualquer que seja o caminho, há sempre estabilidade, dignidade e proteção. 

Porque viver mais… só faz sentido se for para viver melhor. 

Nota: não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida. 

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